Pesquisadores (página em construção)
Adriana Queiroz Testa
Possui Doutorado em Antropologia Social (2014), Mestrado em Educação (2007) e Graduação em Pedagogia (2004) pela Universidade de São Paulo. Realizou Pós-Doutorado em Antropologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas com bolsa da FAPESP (2016 - 2019). Trabalhou no Centro de Trabalho Indigenista, atuou na coordenação do "Inventário Nacional de Referências Culturais Valorização do Mundo Cultural Guarani Mbya" para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e realizou estudos de identificação de Terras Indígenas para a Fundação Nacional do Índio. Atuou como consultora da UNESCO, na avaliação de políticas públicas de cultura e educação escolar indígena, e foi assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, na formação continuada de professores, no âmbito do programa de Educação para as Relações Étnico-Raciais. Foi integrante do projeto "Que veulent les Amérindiens? Configurations socio-spatiales, enjeux politiques et débats ontologiques en Amazonie" do Laboratoire dAnthropologie Sociale do Collège de France (2018 - 2023). É pesquisadora colaboradora do Centro de Estudos Ameríndios da USP e coordenadora do projeto de Cooperação Internacional "Redes de Circulação Ameríndias: tratamento computacional do parentesco e temas conexos".
Ana Gabriela Morim de Lima
Ana Gabriela Morim de Lima é Professora Adjunta do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Coordenadora Adjunta do Programa de Licenciatura Intercultural Indígena da UFES (PROLIND). Possui graduação em Ciências Sociais pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ; mestrado e doutorado em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ; e pós-doutorado no Departamento de Antropologia da USP. Tem como principal linha de pesquisa a contribuição de povos indígenas, populações tradicionais e comunidades locais para a geração e a conservação da biodiversidade, com foco em regimes de conhecimentos, territorialidades e ameaças. Realiza desde 2004 pesquisa etnográfica e projetos de diferentes naturezas com o povo indígena Krahô (TO), com foco nas relações multiespécies e na articulação entre cultivo, gênero, parentesco, mito e ritual. É coordenadora do Gaia: núcleo de estudo dos povos da terra (UFES); pesquisadora associada ao L'UMR Patrimoines Locaux, Environnement et Globalisation (PALOC - IRD/MNHN Paris); e pesquisadora colaboradora dos projeto ECO - Animais e Plantas em Produções Culturais sobre a Bacia Amazônica (CES, Universidade de Coimbra), e dos núcleos de pesquisa NABGWANA - Saúde da Terra e Território Indígena (Faculdade de Saúde Pública/USP) e do SMARTIE - Laboratório de Formas Agentivas e Expressivas (IFCS/UFRJ). Organizou em colaboração os livros "Vozes Vegetais: diversidade, resistências e histórias da floresta" (Ubu/IRD) e "Práticas e saberes sobre agrobiodiversidade: A contribuição de Povos Tradicionais" (IEB - vencedor Prêmio Juliana Santilli de agrobiodiversidade).
Camila Loureiro Dias
Professora do departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Possui graduação e mestrado em História pela USP e doutorado pela École des hautes études en sciences sociales (2014). Ex-aluna da École normale supérieure de Paris seção internacional (2003-2007). Professora Visitante na Ecole des hautes études en sciences sociales (2025). Investiga as relações entre os indígenas americanos e o Estado construído em seus territórios originais, durante o período colonial e atualmente, enfocando especialmente a região da Amazônia brasileira. Coordenadora do Projeto: "Entre um passado profundo e um futuro iminente: impactos socioambientais do colonialismo moderno na Amazônia", com financiamento Fapesp. Site do Projeto: https://amazoniacolonial.site/
Carlos Eduardo Ferreira
É professor titular do Departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP) desde 2009. Terminou sua graduação em 1986 e mestrado em 1989, ambos em Ciência da Computação no IME-USP. Seu doutorado foi realizado sob orientação de Martin Grötschel na Technische Universität Berlin (1994). Suas principal área de pesquisa é Otimização Combinatória onde atua principalmente em combinatória poliédrica e algoritmos de aproximação. Outras áreas de interesse são Biologia Computacional e Geometria Computacional.
Cristiana Nunes Galvão de Barros Barreto
Bacharel em História, Mestre em Antropologia Social e Doutora em Arqueologia, sempre pela Universidade de São Paulo, cursou também o programa de doutorado no departamento de Antropologia da Universidade de Pittsburgh (EUA). É pesquisadora associada a vários projetos do Museu Goeldi e professora colaboradora do Programa de Pós-graduação em Diversidade Sociocultural (PPGDS). Nos últimos anos tem se dedicado ao estudo dos universos estéticos da Amazônia pré-colonial e da relação entre estilos das cerâmicas e identidades culturais. Atualmente desenvolve pesquisa em duas frentes: sobre a iconografia e a fabricação do corpo nas cerâmicas da Amazônia pré-colonial, e sobre a história da arqueologia no Brasil, em particular sobre a história de coleções e da atuação de missões estrangeiras no Brasil sob uma ótica decolonial. Realizou pesquisas arqueológicas no Vale do Ribeira (SP) sobre sambaquis fluviais, no Brasil Central (MT e GO) sobre as aldeias circulares de povos ceramistas, e na Amazônia (PA), sempre investigando temas relacionados à organização social e identidades de sociedades indígenas no passado. Atua em projetos de gestão e socialização do patrimônio histórico e arqueológico no Brasil tendo realizado a curadoria de coleções e exposições. Foi editora da Revista de Arqueologia (SAB) e é Editora Associada do Boletim do Museu Paraense Emilio Goeldi Ciências Humanas. É representante da Sociedade de Arqueologia Brasileira (gestão 2026/28) no Conselho Consultivo do IPHAN.
Diego Madi Dias
Diego MADI DIAS é cientista social e professor na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Agente de Redução de Danos, usuário do SUS, PVHA e militante na luta contra a AID$. Realizou trabalho de campo entre o povo Gunadule (Panamá), colaborando em ações de prevenção e avaliação dos riscos que determinam a vulnerabilidade da população transgênero indígena (wigudun) em relação ao HIV e à AIDS; Coordenou a coleção Mebêngôkre-Kayapó do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas do Museu do Índio (FUNAI), facilitando a realização audiovisual no sul da Amazônia (c/ André Demarchi). Atualmente, conduz a investigação ''O Cultivo do Corpo no Mundo da Rua'' junto à população SDF (sem domicílio fixo) na região central de São Paulo; coordena o projeto de cooperação PROCAD-Drogas (financiamento Capes-SENAD/MJSP) ''Impactos do mercado ilícito e das políticas sobre drogas no cotidiano de mulheres, crianças, jovens e pessoas racializadas no eixo norte-sudeste brasileiro (AM, SP, RJ, ES)'', em coparticipação com a UFAM, UERJ e UVV, além de colaborações com a UFBA, UFABC, EACH/USP-Leste e FFLCH/USP. Pesquisador associado à Équipe Dynamiques Relationnelles : Parenté et Socialité du Laboratoire d'anthropologie sociale (LAS) du Collège de France; professor convidado na École des hautes études en sciences sociales (2024-2025). Membro da Red Migrantes Latinoamericanos frente al VIH/SIDA; e Red de Demografía de los Pueblos Indígenas y Afrodescendientes de la Asociación Latinoamericana de Población. Pesquisador afiliado à Société des Américanistes; e ao CEstA - Centro de Estudos Ameríndios da USP. Coordena o Núcleo de Antropologia NARUA da FSP/USP, dedicando-se à extensão universitária e à pesquisa científica em dietoterapia para usuários de drogas, com os objetivos de educação para a saúde e disseminação de boas práticas, com base em evidências, através de notas técnicas, direttrizes de cuidado alimentar e nutricional, e protocolos de atenção integral para o tratamento do abuso e da dependência de substâncias. Concentra seu trabalho acadêmico entre os campos da etnologia americanista e antropologia crítica da modernidade, com ênfase para as dinâmicas de parentesco e corresidência; alimentação, comensalidade e consubstancialidade; vínculos primários e adversidade precoce; ciclo de vida, curso de vida, história de vida; configuração biossocial: corpo técnico e mente coletiva; teorias críticas do capitalismo pós-industrial: materialismo sociohistórico, biopolítica e a produção do comum. / / + F R E E + P A L E S T I N E + / /
Dominique Tilkin Gallois
Possui graduação em Sciences Sociales Economiques et Politiques pela Université Libre de Bruxelles (1974), mestrado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1980) e doutorado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1988). Atualmente é professor colaborador senior da Universidade de São Paulo e pesquisadora do Centro de Estudos Ameríndios - CEstA. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia e História Indígena, atuando principalmente nos seguintes temas: tradições orais e cosmologias ameríndias, políticas indígenas, patrimônio cultural e conhecimento tradicional. Coordena e participa de projetos de pesquisa nacionais e internacionais. Desenvolve atividades de assessoria direta à comunidades indígenas no Amapá e norte do Pará, colaborando com órgãos públicos e organizações não governamentais em programas de formação indígena.
Eduardo Goes Neves
Graduado em História pela Universidade de São Paulo, Mestre e Doutor em Antropologia pela Universidade de Indiana e Livre-Docente pela Universidade de São Paulo. Professor Titular e Diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, onde ensina na graduação e pós-graduação. Bolsista de produtividade 1A do CNPq. Pesquisador do Centro de Estudos Ameríndios (CESTA) da USP e coordenador do Laboratório de Arqueologia dos Trópicos do Museu de Arqueologia e Etnologia. Professor do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia do Museu de Arqueologia e Etnologia e do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Sociocultural do Museu Paraense Emilio Goeldi, Belém. Foi professor permanente do Programa de Mestrado em Arqueologia do Neótropico da Escola Superior Politécnica do Litoral (ESPOL), Guayaquil, Equador, e do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia da Universidade do Centro da Província de Buenos Aires, Olavarría, Argentina. Foi Professor Visitante nas Universidades Harvard (Professor Visitante Senior CAPES-Harvard), do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio Janeiro, do Museu Nacional de História Natural de Paris e da Pontifícia Universidade Católica do Peru, Lima. Tem 73 supervisões concluídas, incluindo 31 dissertações de mestrado e 27 teses de doutorado. Orienta atualmente 3 doutorados e 2 mestrados. Tem cerca de 130 publicações, entre livros, artigos, capítulos de livro e textos de divulgação. É coordenador do grupo de pesquisa "Ecologia Histórica dos Neotrópicos", do CNPq. Elaborou o programa do Curso Superior de Tecnologia em Arqueologia da Universidade do Estado do Amazonas. Coordenou o Programa de Pós-Graduação em Arqueologia do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (2014-2016). Presidiu a Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB) entre 2009 e 2011 e compôs a diretoria da Sociedade de Arqueologia Americana (SAA) entre 2011 e 2014. Foi coordenador adjunto da área de Antropologia/Arqueologia da CAPES entre 2011 e 2014 e membro do Conselho Assessor da Fundação Wenner-Gren de Pesquisas Antropológicas, de Nova Iorque, entre 2011 e 2015. Membro da Comissão Editorial do Annual Review of Anthropology (2022-2025). Ganhador do Prêmio de Pesquisa do Shanghai Archaeology Forum em 2019.
Fabiana Maizza
É professora de Antropologia na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Suas pesquisas atuais focam em políticas feministas da vida, mulheres indígenas e relações com plantas, agência feminina, parentescos e ecofeminismo. Possui graduação em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo, mestrado em Antropologia na Universidade Paris X/ Nanterre e doutorado em Antropologia Social na Universidade de São Paulo, com período sanduíche no EREA (Centre Enseignement et Recherche en Ethnologie Amérindienne), em Paris. Realizou pós-doutorado no Laboratoire d'Anthropologie Sociale, LAS/ CNRS, na École Pratique des Hautes Études e na Universidade de São Paulo. É pesquisadora associada ao Centro de Estudos Ameríndios da USP (CEstA ), à Société des Américanistes (Musée du quai Branly) em Paris, e ao Ayé: Laboratório Interdisciplinar Natureza, Cultura e Técnica, em Recife - UFPE.
Fabiola Andrea Silva
Possui graduação em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1988), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992), doutorado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (2000), pós-doutorado em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (2002) e Livre-Docência em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (2022). É professora e pesquisadora no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, coordena o Laboratório de Estudos Interdisciplinares sobre Tecnologia e Território (LINTT-MAE/USP) e é pesquisadora do Centro de Estudos Ameríndios (CEstA-USP). Atua nas áreas de Arqueologia, Antropologia e Museologia, com ênfase em Arqueologia Colaborativa, Etnoarqueologia, Etnologia Indígena, Antropologia dos Objetos e da Tecnologia, Antropologia de Museus. Sua produção científica se dedica aos seguintes temas: Materialidades e Tecnologias, Formação do Registro Arqueológico, Curadoria de Acervos Etnográficos, Arqueologias Colaborativas. Desde a década de 1990 vem realizando pesquisas etnográficas e (etno)arqueológicas e colaborativas com diferentes povos indígenas (Kaingang, Asurini do Xingu, Xikrin-Kayapó, Terena, Kayabi, Karajá, Tupinambá de Belmonte).
Gilton Mendes dos Santos
Professor Titular do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e coordenador do Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (NEAI). Possui Mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (2001), doutorado em Ciência Social pela Universidade de São Paulo (USP) e Estágio Pos-doutoral no Laboratoire de Anthropologie Social da Université de Nanterre (Paris X). Bolsista Produtividade Pq FAPEAM I . Atualmente, desenvolve estudos e pesquisas sobre grupos indígenas e sua relação com as plantas e as paisagens amazônicas: modos de transformação vegetal e cosmotécnica indígena; acompanha a produção de conhecimentos antropológicos por estudantes indígenas no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFAM.
Guilherme Moura Fagundes
Guilherme Moura Fagundes é realizador audiovisual e professor do Departamento de Antropologia da USP, onde coordena o laboratório CHAMA (Antropologia, Ambiente e Biotecnodiversidade) e o projeto ''RESPIRO: restaurando a pirodiversidade do Cerrado'' (Jovem Pesquisador FAPESP/BIOTA: 2025/01710-9). Possui experiência como docente e pesquisador visitante no Collège de France (2017), Universidade de Brasília (2019-2021) e Universidade de Princeton (2021-2022). Na USP, também atua como editor-chefe da Revista de Antropologia (RA/USP), coordenador do eixo ''Transições ambientais na era do Antropoceno'', do International Research Laboratory ''Mundos em transição'' (CNRS/USP), vice-coordenador do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA/USP) e pesquisador do Centro de Estudos Ameríndios (CEstA). Fora do Brasil, é pesquisador associado da iniciativa Sanctuary on the Moon (NASA/UNESCO), do Centre for the Anthropology of Technics and Technodiversity (CATT/UCL) e da equipe Anthropologie de la vie (LAS - Collège de France/EHESS). Realiza e orienta pesquisas nas áreas de antropologia da técnica, antropologia da vida, antropologia ambiental, com ênfase numa abordagem sistêmica, multimodal e colaborativa de fenômenos como agrobiodiversidade, tecnodiversidade e pirodiversidade. Tem se dedicado a estudar as transformações nos incêndios florestais e a retomada das queimas indígenas em escala global, desenvolvendo pesquisas e peças audiovisuais sobre este tema junto a comunidades quilombolas, gestores de Unidades de Conservação e brigadistas do Cerrado brasileiro. Seus trabalhos receberam reconhecimentos pelo Prêmio ICS/UnB (2020), Prêmio CAPES (2020), Prêmio Lélia Gonzales (2020), Prêmio Pierre Verger de Filme Etnográfico (2018) e Ensaio Fotográfico (2020), além do Prêmio Jovem Pesquisador da Société des Américanistes (2022).
Joana Cabral de Oliveira
É professora Livre Docente da Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Antropologia. Possui graduação em Ciências Sociais, mestrado e doutorado em Antropologia Social, pós-doutorado pelo Instituto de Biociências, todos pela Universidade de São Paulo. Realizou estagio de pós-doutorado na Universidade de Oxford (UK). É pesquisadora colaboradora do Centro de Estudos Ameríndios (USP), coordenadora do Laboratório de Estudos Pós-Disciplinares (USP) e membro do Centro de Estudos e Pesquisa em Etnologia (Unicamp). Desenvolveu atividades indigenistas como assessora do Programa Wajãpi pelo Instituto de Pesquisa e Formação Indígena Iepé de 2004 a 2017. Concentra suas pesquisas na área de etnologia indígena e antropologia da ciência, trafegando pelos diálogos entre a antropologia e biologia. Coordenadora do Programa de Antropologia Social da Unicamp (2019-2022). É mãe.
Marcio Ferreira da Silva
Marcio Ferreira da Silva, professor titular aposentado da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, é bacharel em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira e Portuguesa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1977), mestre em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (1981), doutor em Antropologia Social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993) e livre docência pela Universidade de São Paulo (2012). Foi docente da Universidade Estadual de Campinas, no Instituto de Estudos da Linguagem (1981-1989) e no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (1990 - 1997). Foi docente da Universidade de São Paulo de1998 a 2022. De 2016 a 2022, foi professor titular do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, membro do Conselho Científico do Centro de Estudos Ameríndios. Foi professor colaborador do Master en Estudios Amerindios da Casa de América/Universidad Complutense de Madrid (2001-2008), do Departamento de Antropologia Social e Cultural da Universidade Autônoma de Barcelona (2006-2014) e da São Paulo School of Advanced Science on Research Methods for the Humanities da FAPESP/UNICAMP (2017). Tem atuação nas áreas de Etnologia Sul Americana, Estudos de Parentesco e Métodos Computacionais.
Pedro Augusto Lolli
Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2002) e mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (2005). Concluiu o doutorado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (2010) com ênfase em etnologia. Pós-doutorado na Universidade de São Paulo (2016) e na Universidade de Cambridge (2022). Tem experiência na área de Teoria Antropológica e Etnologia, atuando principalmente nos seguintes temas: etnologia ameríndia, corpo e pessoa, práticas e saberes, xamanismo e política, natureza e cultura, saúde indígena.
Pedro Paulo Salles
Graduado em Música pela Universidade de São Paulo (1987), Pedro Paulo Salles é professor doutor do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP, atuando na Graduação e na Pós-Graduação. É coordenador do Laboratório de Educação Musical no mesmo Departamento e professor da Pós-Graduação em Música nas áreas de Processos de Criação Musical e Musicologia. Na área da Educação Musical desenvolve pesquisas sobre criação musical com crianças e paisagem sonora. Já no campo da Etnomusicologia, investiga a música indígena que ocorre no Brasil, tendo trabalhado junto aos povos Karajá-Iny e Pares-Haliti. É pesquisador do PAM, Grupo de Pesquisas em Antropologia Musical e, atualmente, é um dos coordenadores do CEMA, Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos, onde desenvolve estudos sobre a iconografia das representações musicais e sonoras dos períodos pré-hispânico e colonial.
Spensy Kmitta Pimentel
Professor na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), atua junto aos bacharelados em Jornalismo e Antropologia e nos Bacharelados Interdisciplinares em Artes e Humanidades. É doutor e mestre em Antropologia Social pela FFLCH-USP, com pesquisas relacionadas à Etnologia Indígena e graduado em Jornalismo pela ECA-USP . Entre 2010 e 2011, realizou estágio de pesquisa junto ao Instituto de Investigações Antropológicas da Universidade Nacional Autônoma do México. Em 2023, realizou pesquisa de pós-doutorado com apoio da Wenner-Gren Foundation. Como antropólogo, tem experiência como consultor de órgãos públicos, entidades da sociedade civil e projetos culturais e artísticos. É líder do grupo de pesquisa Comunidades e(m) Autonomia no sul da Bahia. Atualmente, pesquisa movimentos sociais ligados à Agroecologia e a Educação Popular e discute tópicos como autonomia comunitária, ecologia política e descolonização epistêmica.Atua junto aos Programas de Pós-Graduação em Estado e Sociedade (PPGES), Ciência e Sustentabilidade (PPGCS) e Artes (PPGArtes), todos na UFSB. É autor dos livros ''O índio que mora na nossa cabeça - sobre as dificuldades para entender os povos indígenas'' (Prumo, 2012) e ''O Livro Vermelho do Hip-Hop - Remasterizado'' (GLAC/Autonomia Literária, 2025).
Sylvia Caiuby Novaes
Professora Titular na área de Antropologia da Imagem na Universidade de São Paulo (2010), onde leciona desde 1974. Bacharel e licenciada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1971), defendeu também na USP seu mestrado em Antropologia Social (1980), doutorado (1990) e livre docência (2006). Fez pós doutorado na University of Manchester (Inglaterra) e na University of Saint Andrews (Escócia). Foi Professora Visitante no Musée du quai Branly (França) e na University of Oxford (Inglaterra). Fundou o LISA - Laboratório de Imagem e Som em Antropologia, sob sua coordenação entre 1990-2014 e entre 2016 e 2024. Foi a coordenadora principal de três projetos temáticos financiados pela FAPESP. (1997-2002; 2003-2007; 2010-2015). Atua na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia das Formas Expressivas, Antropologia da Imagem e Etnologia Indígena. É pesquisadora do CEstA - Centro de Estudos Ameríndios, desde sua fundação. Suas publicações tratam de temas como: antropologia visual, fotografia e cinema no mundo contemporâneo, etnografia e imagem, a sociedade Bororo. Foi chefe do Departamento de Antropologia da FFLCH da USP (1999-2003; 2007-2009). Entre 2014 e 2016 foi Diretora do Centro Universitário Maria Antonia. Editora responsável da revista GIS - Gesto Imagem e Som, Revista de Antropologia. orcid.org/0000-0002-7415-2010
Uirá Felippe Garcia
Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (2001), mestrado e doutorado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP), e pós-doutorado pelo departamento de antropologia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Professor da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), desenvolve pesquisa junto aos Guajá, um coletivo indígena Maranhão. Faz parte do Centro de Estudos Ameríndios (CEstA) da Universidade de São Paulo, e do Núcelo de Antropologia Simétrica (NAnSi) do PPGAS do Museu Nacional/UFRJ. É Visiting Scholar no Departamento de Antropologia da Universidade da Califórnia, Davis (2019). Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena Amazônica, atuando principalmente nos seguintes temas: caça e ecologia; parentesco; sistemas de conhecimento e ação; teoria antropológica.
Valéria Mendonça de Macedo
Antropóloga, é professora associada no Instituto Saúde e Sociedade e no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unifesp, onde leciona desde 2011. É coordenadora e docente na Licenciatura Intercultural Indígena na Unifesp e no Programa Ação Saberes Indígenas na Escola - Núcleo Unifesp. Concluiu o mestrado e o doutorado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP. É pesquisadora associada ao Centro de Estudos Ameríndios (CEstA) da USP. Trabalha em parceria com comunidades Guarani no estado de São Paulo e outros interlocutores indígenas na investigação de limites e possibilidades de articulação e confrontação de regimes de conhecimento e de cuidado em políticas, projetos e iniciativas pautadas pela interculturalidade. É bolsista Produtividade Cnpq.
